Tradutor

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog

Seguidores

terça-feira, 24 de abril de 2012

Bíblia e o Celular

Add caption

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?

E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?

E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, ou no escritório?

 E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?

E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

E se a déssemos de presente às crianças?

E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Ao contrário do celular, a
Bíblia não fica sem sinal.
Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.

E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.

*NELA ENCONTRAMOS ALGUNS TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

Quando você estiver triste, ligue João 14.

Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.

Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19,34.

Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.

Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.

Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.

Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.

Quando quiser saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17.

Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31-39.

Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:25-30.

Quando o mundo parecer maior que Deus, ligue Salmo 90.

RECEBI ESSA RELAÇÃO DE TELEFONES DE EMERGÊNCIA E ACHEI POR BEM COMPARTILHAR COM AS PESSOAS ESPECIAIS COMO VOCÊ! Anote em sua agenda, um deles pode ser IMPORTANTE a qualquer MOMENTO em sua VIDA!

Repasse para seus contatos... Pode ser que um desses números de emergência salve uma vida.
Que Deus o abençoe.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A Juventude na catequese vai fazer a diferença.


O mesmo rosto

Jorge Trevisol

Dizem que o sol, deixou de brilhar
Que as flores mais belas não perfumam mais
Os jovens teriam deixado de amar
De crer na esperança de poder mudar
Que as lutas e os sonhos o vento espalhou
E que envelheceram as forças do amor
Se fosse assim que digam vocês
De quem é o rosto que ainda sorri
De quem é o grito que nos faz tremer
Defendendo a vida, o modo de ser
De quem são os passos marcados no chão
Unindo o compasso de um só coração
Enquanto existir um raio de luz
E uma esperança que a todos conduz
Existe a certeza, plantada no chão
Ternura e beleza não acabarão
Pois a juventude que sabe guardar
Do amor e da vida não vai descuidar
O rosto de Deus é jovem também
E o sonho mais lindo é ele quem tem
Deus não envelhece, tampouco morreu
Continua vivo no povo que é seu
Se a juventude viesse a faltar
O rosto de Deus iria mudar. 

E essa musica vem marcar o inicio de uma nova diretriz., uma nova direção! E que Deus nos abençoe nesta nova caminhada.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O Que Significa A Oitava Da Páscoa?



Passados os exercícios da Quaresma, pelos quais nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela nova vida que o Senhor nos conquistou pagando, com sua entrega na cruz, o alto preço de nosso resgate. A cor litúrgica é branca, símbolo da pureza e da alegria (afinal, estamos limpos do pecado) e a presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, coluna de LUZ que vai à frente do seu povo.  Dentro deste Tempo Pascal temos a Oitava de Páscoa propriamente dita.
Como a Páscoa é uma festa de grande importância para nós cristãos, nada mais justo que reservarmos uma semana para celebrarmos solenemente a ressurreição de Cristo.
A oitava de Páscoa, portanto, é formada pelos primeiros oito dias do Tempo Pascal, com missa própria.
Nesta semana, em particular, como o mistério da “passagem” do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objetivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS (no passado, esse era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados durante a Vigília Pascal).
Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até a Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos de Atos dos Apóstolos e São João.
São trechos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e nos convidam a fazer da nossa vida uma contínua páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.
Bom seria participarmos desses oito dias meditando e comungando. Entretanto, se assim não for possível, oremos por todos nós para que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine para que sejamos LUZ para todos que nos cercam!
Texto: Diácono José da Silva

sexta-feira, 30 de março de 2012

5º. Domingo da Quaresma – B


Jeremias nos diz que Deus estabelecerá com a casa de Israel e com a casa de Judá uma aliança nova. No NT temos a eterna aliança, chamada de testamento. A herança que nos é trazida, o “novo acordo” é selado pela morte de Deus – Cristo, Deus encarnado, dá a sua vida na cruz. A Nova Aliança é a solidariedade de Deus. Sua morte é o ponto mais alto desta solidariedade.
Cristo, apesar de Filho de Deus, foi um homem que experimentou a fragilidade e a debilidade dos homens. Sofreu, chorou, sentiu angústia e medo diante da morte, como qualquer ser humano o faria. Por isso Jesus é o sumo-sacerdote, capaz de compreender as fraquezas e as fragilidades dos homens. A partir dessa compreensão, Ele será também capaz de dar-lhes remédio. O Senhor partilhou as nossas dores, medos e incertezas. Ninguém está sozinho diante da dor, do sofrimento. Cristo nos toma pela mão, sofre conosco, entende de dor. Antes de se revoltar diante do sofrimento, lembremo-nos que Cristo também sofreu.
Na Nova Aliança, a liberdade do homem-Deus assume a vontade do Pai. Jesus orou com intensidade. A Carta aos Hebreus alude, provavelmente, à oração de Jesus no Monte das Oliveiras, pouco antes de ser preso: “Pai, afasta-me deste cálice, mas que não seja feita a minha vontade...” (cf. Mc 14,36). Ele foi atendido em sua prece, pois a sua oração não o eximiu da vontade do Pai, de sua missão. Não aceitou a dor pela dor, não queria morrer, mas aceitou a vontade de Deus. Pela oração conhecemos a vontade do Pai, não simplesmente pedimos que se faça a nossa vontade, que muitas e muitas vezes é egoísta.
A Nova aliança é a cruz de Cristo, abraçada por amor. Só o amor como dom total é gerador de vida: “em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo caído na terra não morrer, permanece só; se morrer, produz muito fruto”. Quem quiser gerar a vida, deve morrer. A vida é morte – eis o mistério da Páscoa! É a doação da mãe que sofre pelos filhos, é “tempo perdido”, é vida investida... Quantos são os exemplos de mortes que geram a vida para a comunidade e para a sociedade! Quantos doam de seu tempo, de seu dinheiro, de da renúncia de sua comodidade? Quantos foram mais longe, morrendo em nome de Cristo – os mártires, como Oscar Romero. Quantos gastam a vida em nome do amor aos pequenos como o fez Teresa de Calcutá.
Quem se ama a si mesmo e se fecha num egoísmo estéril, quem se preocupa apenas com defender os seus interesses e perspectivas, perde a oportunidade de chegar à vida verdadeira, à salvação. O apego egoísta à própria vida levará ao medo de agir, à dificuldade em comprometer-se, ao silêncio perante a injustiça.
É isso que deve acontecer na Páscoa – a nossa Páscoa. O nosso morrer deve se transformar em vida. É por isso que em cada domingo temos nova Páscoa, ou seja, a memória da salvação oferecida por Deus: o senhor se oferece, dá a vida. Sua morte e ressurreição é o que celebramos. Este mistério deve configurar toda a nossa vida. Que a Eucaristia seja a força renovadora de nossa existência.

sábado, 24 de março de 2012

PLANO INICIAL DA CATEQUESE DIOCESANO-2012 -2014


OBJETIVO GERAL: CATEQUIZAR COM JESUS NO CORAÇÃO E OS PÉS NA REALIDADE.
OBJETIVO ESPECIFICO: PROPORCIONAR O ENCONTRO COM JESUS CRISTO, FAZENDO-O DISCIPULO MSSIONARIO DO REINO DE DEUS.
“MESTRE ONDE MORAS?” VENHAM E VOCÊS VERÃO”.(Jo 1,39)


AS METAS DEVEM VISAR A INICIAÇÃO CRISTÃ COMO PONTO CHAVE.
METAS DIOCESANAS?
1ª. Elaborar e implantar as diretrizes da catequese diocesana.
COMO EXECUTAR?
Através de reuniões
QUEM?
Todas as coordenações de catequese, equipe de formação.
META DIOCESANA
2ª -Elaborar e unificar o material didático para catequese
COMO EXECUTAR?
Buscando elaborar um material com a realidade diocesana.
QUEM?
Coordenação diocesana, coordenação de região e equipe de formação
META DIOCESANA
3ª-Envolvimento dos pais ou responsável na vida catequética dos seus filhos.
COMO EXECUTAR?
Conscientização por meio de palestras e visitas bimestrais ou trimestrais em todos os níveis de organização.
QUEM?
Coordenação diocesana, coordenação de região, coordenação paroquial, pároco, Irmãs, catequistas e Pastoral da família.
META DIOCESANA
4ª-Implantar o mês da catequese com ação social. Mês de outubro.
COMO EXECUTAR?
Segundo a realidade do local.
QUEM?
Coordenação diocesana, coordenação de região, coordenação paroquial, Pároco, Irmãs, catequistas.
META DIOCESANA
5ª-Formação para coordenadores – diocesano, região e paroquial.
COMO EXECUTAR?
Anual
QUEM?
Assessor.1ª Assembléia Diocesana 02 a 04 de março de 2012
METAS REGIÃO PASTORAL
1ª-Envolvimento dos pais e responsáveis na vida catequética dos seus filhos.
COMO EXECUTAR?
Conscientização por meio de palestras bimestrais ou trimestrais.
QUEM?
Coordenação diocesana, coordenação de região, coordenação paroquial, pároco, irmãs, catequistas e Pastoral da família.

METAS REGIÃO PASTORAL
2ª-Buscar mais momentos de formação e partilha
COMO EXECUTAR?
Duas vezes por ano.
QUEM?
Coordenação de região.
METAS REGIÃO PASTORAL
3ª-Retomada da escola catequética.
COMO EXECUTAR?
Motivando/incentivando os catequistas
QUEM?
Assessor e coordenador de região.
METAS REGIÃO PASTORAL
4ª-Dizimo mirim
COMO EXECUTAR?
Envio de material e formação.
QUEM?
Assessor e coordenação diocesana; Coordenador do dizimo.
METAS REGIÃO PASTORAL
5ª -Formação para coordenadores.
COMO EXECUTAR?
Bimestral.
QUEM?
Coordenador de região.
META PAROQUIAL
. 1ª-Promover a espiritualidade do catequista por meio de retiro
COMO EXECUTAR?
Duas vezes no ano.
QUEM?
Assessor, Coordenador de região e coordenador paroquial.
META PAROQUIAL
2ª -Implantar a liturgia catequética e missa.
COMO EXECUTAR?
Motivando/incentivando o catequizando
QUEM?
Coordenador paroquial, coordenador de catequese da comunidade, coordenador de liturgia, catequistas
META PAROQUIAL
3ª-Buscar mais momentos de formação e partilha.
COMO EXECUTAR?
Duas vezes por ano.
QUEM?
Coordenação de região, coordenação paroquial.
METAS REGIÃO PASTORAL
4ª-Coral do catequizando
COMO EXECUTAR?
De acordo a realidade local.
QUEM?
Coordenador paroquial, Irmãs, leigos, e Pároco.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Assembleia da Catequese-São Miguel de 02 a 04 de Março de 2012









ASSEMBLÉIA


CATEQUÉTICA

DA DIOCESE DE

GUAJARÁ MIRIM

O que é Coordenação?

Coordenar é missão de Pastor?

Coordenar é criar relacionamento?

Saber coordenar é manter viva toda caminhada.

Coordenação X Equipe

Alguns Tipos básicos de Coordenação

Os tipos de coordenadores(as)

Está desligado,

desconcentrado...
Manipulado por

outra pessoa...

Sente-se impotente

diante de tantos
problemas...

Carrega em suas costas todo

o “peso” da coordenação...

“Engole” ou faz seus

coordenados “engolirem”

um monte de conhecimentos

juntos, sem se preocupar com

a mudança de atitudes na vida...
Vitima da confusão e do despreparo, verdadeiramente

“o desorganizado”...



Sente-se superior a todos...



Coordena seu grupo cegamente,

não percebendo que caminha

para o abismo...



Não se prepara, e ainda

comete o pecado de esperar

que Deus corrija tudo...



Ausente...



Qual dessas atitudes nos é mais freqüente?

Mas chega de ver defeitos...

Quais coordenadores marcaram a sua vida?

Quais as atitudes deles que mais lhe chamavam a atenção?

O que trouxe deles em você?

Vejam se as figuras a seguir lembram alguns dos coordenadores(as) que passaram em sua vida:

Muito atento(a)...



Solidário(a) com todos, especialmente com os pequenos do Reino...



Trabalhou em equipe...



Primou pela organização...



Sabia o caminho que sabia, quando foi um porto seguro...



Mostrava-se preparado, estudava...

domingo, 4 de dezembro de 2011

2º. Domingo do Advento – B


“Princípio da Boa Nova de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Mc 1,1). Assim começa o Evangelho de Marcos. Declara-se logo no início que o texto é um evanguelion, ou seja, uma boa notícia. Quando esta mensagem chega aos ouvidos de homens e mulheres deve, sim, gerar amor, alegria, esperança... As instituições religiosas, quando não se deixam guiar pelo Espírito, anunciam uma má notícia, bem diferente do Evangelho de Jesus Cristo. É preciso que insistamos na positividade do Evangelho. Sua força é transformadora, não tem limites.
O profeta Isaías trouxe uma boa notícia ao povo que estava prestes a ser libertado do cativeiro babilônico: “Consolai o meu povo, consolai-o – diz o vosso Deus...”. Quando muitos não acreditavam na libertação, quando tantos estavam aprisionados pelo peso dos pecados e não encontravam saída, Isaías prepara um tempo novo. Que venha a consolação, que venha a paz, que se prepare o caminho para novos dias. Hoje, do mesmo, modo, diante de tantas escravidões, não precisamos ficar no exílio, pois o Senhor vem para nos trazer consolação.
A tônica de Isaías é a mesma do último e mais importante de todos os profetas – João Batista. Este homem apareceu no deserto, vestido de roupas de animais, alimentando-se de gafanhotos e mel. Certamente, João está muito longe do nosso conceito de marketing. Hoje, poucos o escutariam, poucos dariam crédito a ele. Seria pintado como louco, maltrapilho, pobre, feio... Pois foi este homem do deserto que gritou a voz da conversão: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estrada’” (Mc 1, 3).
O gesto simbólico de banhar-se nas águas é sinal de conversão. João Batista insiste que a chegada do Senhor depende de cada um de nós. É preciso que haja uma mudança radical da existência: mudança no modo de pensar e de agir.
A escolha do deserto e das roupas simples evocam que a conversão passa necessariamente pela pobreza e pelo despojamento de si mesmo. Não estaremos abertos para o Senhor que vem enquanto o “eu” falar mais forte, enquanto estivermos presos em nós mesmos. É preciso compreender que o sentido da vida vai muito além do consumismo capitalista, das ofertas do marketing, das luzes artificiais geradas neste tempo. Tempo este que é antes de tudo quietude, serenidade, meditação, alegria interior.
Aquele que vem é mais forte. Sua força se manifesta em sua vitória sobre os inimigos, sobre os adversários, sobre a morte e sobre o pecado. Aquele que vem não batiza com água, mas com o Espírito Santo. A conversão que se almeja, portanto, não é simples obra humana. Somente Deus pode realizar esta graça em nós: purifica-nos de nossos pecados, lava-nos, regenera-nos. É Deus que age na interioridade de nosso ser, que é tão íntimo em nossa intimidade, que nos guia e gera a vida nova como pronunciou Ezequiel (Ez 36,25-28).
Renovai hoje em vós este Espírito que gera vida. Preparai o caminho do Senhor!
Roberto Nentwig

2- A EDUCAÇÃO DE ADULTOS NA SAGRADA ESCRITURA

A Bíblia é um livro de adultos e para adultos. São os adultos que têm maior condição de refletir sobre o conjunto da mensagem e tomar decisões a partir da provocação da Palavra da Escritura. A Bíblia é texto essencial em catequese com adultos.

CONCLUSÃO.

2.1- A Revelação Bíblica e os adultos

A Bíblia é um livro escrito por adultos e para adultos.
Mostra o Itinerário de um povo que lê os sinais de Deus na sua história.
Nela os adultos mantêm vivas as tradições, transmitindo de geração em geração os fundamentos da fé (Sl 44. 78).
As festas são espaço de catequese, onde se prevê que o adulto seja o veículo da memória do fato celebrado (cf.: Êx 12,26-27).
As orações e recitações de relatos históricos são elementos importantes na educação da fé dos adultos.
O Shemá, “ouve, Israel”..., núcleo básico da fé de Israel, era rezado diariamente (Dt. 6,4-25) o Credo Histórico do povo de Deus (Dt.26,4-9). As advertências e consolações dos profetas são parte da formação dos adultos (cf. 2o Sm 12,1-14; Jr.7,1-15). Os Sapienciais mostram a diversidade de abordagens em livros escritos com óticas diferentes, conforme o contexto que querem responder .
A Bíblia trata do cotidiano com transparência e honestidade ao expor as fraquezas humanas de grandes figuras da fé.
Dentro dos limites da época e da cultura, promove o respeito à vida, chama à responsabilidade os adultos que precisam se posicionar diante da situação sócio-cultural em que vivem (cf. Dt.30,11-20).
O Novo Testamento mostra a formação dos adultos nas comunidades. Eram eles que se convertiam e levavam a família inteira à nova fé (cf. Lc 24, 13-35; Jo 4, 1-45; Lc 19,1-10; Mt 15, 21-31; At 8, 26-40; 10,1-48 ; 1Cor 11, 17-34 e outros).

Estas reflexões (que não pretendem ser completas) mostram que não se trata de colocar simplesmente a Bíblia na catequese com adultos e fazer a leitura de certos textos. Supõe que o agente saiba usar a Bíblia dentro de uma visão libertadora, dentro do contexto atual da vida, levando a um compromisso em nível pessoal, comunitário e social.

3- PERGUNTAS PARA AJUDAR NO APROFUNDAMENTO DO TEXTO

1. Quais as dificuldades encontradas na sua comunidade com o uso da Bíblia na catequese dos adultos e quais foram os resultados?

2. Dêem algumas propostas concretas que poderiam levar adiante essa questão na sua Diocese e no seu Regional.


BIBLIOGRAFIA
· Como nossa Igreja lê a Bíblia - CNBB - Paulinas – 1995.
· Crescer na Leitura da Bíblia- CNBB- Paulus, 2002
· A Bíblia na Catequese com Adultos - Revista Vida Pastoral de setembro-outubro 2001.
· A Bíblia na catequese - Inês Broshuis - Paulinas 2001.